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Dos 12 parlamentares, três votam contra e o restante a favor - porém, acredita-se que pode haver surpresas

Deputados comemoram a aprovação do texto-base da reforma da Previdência  - Créditos: Foto: Fabio Rodrigues

Foto: Fabio Rodrigues

Brasil de Fato - A Câmara Federal vota hoje (09) o texto da Reforma da Previdência. Com esta ação, a votação final da Reforma encontra-se em iminência no Congresso.

A Paraíba conta com uma bancada de 12 deputadas(os) que, praticamente, têm mostrado as cartas na mesa até o presente momento, sobre suas posições frente à Reforma de Bolsonaro. Em princípio são declaradamente contra: Gervásio Maia (PSB), Frei Anastácio (PT) e Damião Feliciano (PDT).

A favor (ou mesmo indecisos): Aguinaldo Ribeiro(PP),Edna Henrique (PSDB), Efraim Filho (DEM), Hugo Motta (PRB), Julian Lemos (PSL), Pedro Cunha Lima (PSDB), Ruy Carneiro (PSDB), Wellington Roberto (PR) e Wilson Santiago (PTB).

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), estima a existência de 340 votos favoráveis atualmente. Há quem diga que não tem como oferecer essa garantia ainda. Veja a seguir as declarações recentes de cada deputado(a) federal paraibano sobre a matéria:


Aguinaldo Ribeiro (PP)
O deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) é o líder da Maioria Câmara dos Deputados: "Não adianta o Paulo Guedes fazer beicinho. O que adianta é aprovar uma reforma realista, mesmo que mais modesta", disse ao jornal O Estado de S.Paulo durante entrevista no dia 11, em seu gabinete. "A reforma da Previdência que pode ser aprovada não será a do governo", afirmou. "Será uma outra, que estamos construindo, com um impacto fiscal, em dez anos, entre R$ 600 milhões e R$ 800 milhões." Conseguir 308 votos "é uma difícil construção cirúrgica", avaliou. "O governo não ajuda muito, porque o presidente Bolsonaro tem boa intenção, mas não tem projeto e não tem foco", atacou. Ribeiro disse, ainda, que "a aprovação da reforma da Previdência não será a salvação da lavoura, como o governo está anunciando" - o que sinaliza a necessidade de mais reformas, na opinião do deputado.


Edna Henrique (PSDB)
A deputada federal e ex-prefeita de Monteiro, Edna Henrique (PSDB), falou que é necessária a aprovação da Reforma, e acrescentou que o país precisa não só da reforma da previdência, mas de outras reformas também. Segundo o Paraibaonline, a deputada justificou sua posição favorável com a existência do déficit previdenciário que precisa ser resolvido no Brasil. Ela espera novas alterações na proposta com a retirada das categorias das pessoas mais carentes, como já ocorreu com os trabalhadores rurais, e a remoção da capitalização do texto da Reforma. Como apoio ao projeto, a deputada abriu mão do regime de aposentadoria especial para parlamentares e ex-parlamentares do Congresso. Com isso, a deputada acredita estar isentando-se dos prejuízos da reforma à população. “No cenário atual de reforma da previdência, todos temos que dar a nossa contribuição com ações e atitudes que possibilitem um futuro melhor para a nossa gente. Aceitar um privilégio de receber acima do teto, é uma ofensa à população. Dizer não à aposentadoria especial da Câmara dos Deputados é dizer sim ao Brasil. Vamos em frente com fé em Deus”, argumentou a deputada.

 
Efraim Filho (DEM)

Líder da bancada federal paraibana em Brasília, deputado Efraim Filho (DEM) não é apenas a favor da Reforma de Bolsonaro, como faz pressão criticando o posicionamento de alguns governadores do nordeste, que, segundo ele, torcem pela aprovação da reforma da Previdência, mas ao mesmo tempo se mostram contrários à matéria, que deverá ser votada ainda esta semana.“Ou seja, alguns governadores ficam com discursos populistas, sem responsabilidade fiscal, fazem discursos feitos pra fora, mas quando olham pra dentro dos Estados, cruzam os dedos para verem a reforma aprovada”, destacou.


Hugo Motta (PRB)

Segundo a imprensa nacional, o deputado Hugo Motta (PRB), seria o único do seu partido a questionar o texto da reforma e não deixar claro seu posicionamento. Inclusive o site de extrema direita O Antagonista fez uma matéria expondo o deputado sobre a sua relutância em ser a favor da reforma. Em 29 de abril, Hugo Motta participou, em João Pessoa, ao lado dos pescadores e trabalhadores rurais, de ato contra a Reforma da Previdência. Em abril, ele foi à tribuna da Câmara e disse: “Num momento em que se debate um tema tão Importante na vida de milhões de brasileiros, temos que ter o debate mais transparente possível”, e ele provoca “como é que vamos reformar um sistema de previdência se não conhecemos os dados, se não sabemos o verdadeiro impacto nas contas públicas? Então fica o apelo para que esses dados sejam abertos e a gente tenha condição de realizar uma reforma que não prejudique o pequeno, os pobres […] Temos sim de fazer uma reforma que combata privilégios”, arrematou Hugo Motta, há três meses atrás. Ficamos na expectativa para que seu voto seja coerente com a sua fala em abril.


Julian Lemos (PSL)
É o líder do partido de Bolsonaro na Paraíba. Denunciado por agressões contra as mulheres, era um desconhecido do campo partidário, que veio na leva do fascínio pela ultra direita nas eleições 2018. Não é apenas a favor da Reforma de Bolsonaro, como trabalha nos bastidores para ela ser aprovada. Envolvido em polêmicas constantes, em áudio que circulou em Brasília, (O Globo 16/03) o deputado relatava que parlamentares exigiam cargos em troca de votos favoráveis à reforma da Previdência. Sobre a reunião com o governador João Azevedo hoje, disparou: “Todos os parlamentares já sabem o que deve fazer, que é votar a favor da Reforma da Previdência e a maioria da bancada paraibana já sinalizou que vota pela aprovação. Apenas dois ou três mais radicais é que votam contra o país achando que vai atingir o governo. Essa reunião é o famoso migué (sic) e só servirá para fotos.”, declarou Julian.

 
Pedro Cunha Lima (PSDB)
Filho do ex-senador Cássio Cunha Lima (condenado pela da Lei Ficha Limpa), o jovem deputado, de 30 anos, cria da política tucana, não apenas é a favor da Reforma de Bolsonaro como, em entrevista à Rádio Arapuan, em junho, declarou: “Não é hora de se ter essa mania de fazer política partidária, de fazer um palanque político a qualquer custo e, assim, se voltar contra o Brasil. Fazer isso é se colocar contra uma nação que tem milhões de desempregados e que tem uma década perdida na economia”. Ele ainda comentou que no momento econômico crítico que o país vive, uma greve geral só vem para dificultar ainda mais a vida das pessoas.


Ruy Carneiro (PSDB)
Presidente do PSDB na Paraíba, Ruy Carneiro vota a favor da reforma da previdência, porém com ressalvas, para “humanizar” a matéria: “As pessoas mais vulneráveis não podem ser penalizadas na reforma. Esta mudança é inaceitável e vamos defender a manutenção do Benefício de Prestação Continuada (BPC) tal como ele existe hoje”, defende o deputado federal Ruy Carneiro, vice-líder da bancada do PSDB na Câmara, salientando que as alterações no BPC teriam profundo impacto social, mas com reduzido efeito sobre as contas públicas.” - fez um bom trabalho na discussão, em favor da sua reforma “preferida”, porque o texto aprovado pela comissão especial da reforma prevê mudanças para concessão da aposentadoria rural e do Benefício de Prestação Continuada.


Wellington Roberto (PL)
“Otimismo é sempre bom, mas a gente não pode passar por cima das dúvidas”, disse o líder do PL (antigo PR) na Câmara, Wellington Roberto. Preocupado com os riscos de não ser aprovada a reforma de Bolsonaro, o deputado faz uma projeção preocupante, usando por base os números de votos da Comissão Especial para os destaques em favor dos professores e dos policiais. Wellington  apresentou um destaque ao relatório da reforma da Previdência para excluir por completo os professores das novas regras. É mais um deputado que gostaria de maquiar a reforma, expondo ao estado da Paraíba uma preocupação quase comovente com a categoria dos professores. (Embora, infelizmente, seu desejo angelical não passou no texto). Na ocasião ele pronunciou: “A educação é uma das bandeiras prioritárias do PL no Parlamento, e nós vamos lutar pela categoria. Não podemos aceitar que os professores, já tão suprimidos de direitos, sejam prejudicados com as novas regras sugeridas pelo governo”. Calculista, arremessou ontem: “Não dá para antecipar vitória. Foram 40% em prol dos destaques derrotados na comissão especial. Se levarmos essas projeções do plenário, qualquer defecção nos partidos de centro complica e faltam votos para aprovar a reforma. É cheiro de derrota”, disse Wellington ao Correio Brasiliense, nesta segunda (08).


Wilson Santiago (PTB)
No início, o deputado Wilson se posicionava fortemente crítico a alguns itens do texto da reforma: “Não tem como o trabalhador rural, de fato, cumprir aquilo que está sendo imposto pela PEC. Ou seja, se ela for aprovada como está, poucos trabalhadores rurais terão acesso à aposentadoria. O BPC também ficará totalmente inviável, já que a média de vida do cidadão na maioria das regiões é de 69 anos. Então, não terão nunca, com essa média de vida, o acesso ao benefício”, afirmou Wilson. Agora que suas preocupações foram atendidas no texto, ele corre contra o tempo para ajudar a passar a reforma de Bolsonaro. Sua preocupação agora é com as dívidas do estado: “Será levado em conta o apelo do governador, em decorrência da grave crise que os estados estão passando, na Paraíba não é diferente, outros são piores, mas se a Paraíba não tiver um certo controle fiscal corre o risco de adentrar na situação que se encontra os demais. O estado está equilibrado financeiramente, mas isso na projeção deste ano, ninguém sabe como ficará sem estar na reforma da Previdência”, disse ao site MaisPb 07/07.


Damião Feliciano (PDT)
Em convenção nacional realizada em março, em Brasília, o PDT fechou questão contra a reforma da Previdência do governo que será votada no Congresso Nacional. O deputado Damião Feliciano, que também é base do governador João Azevedo do PSB - que fechou questão ontem contra a reforma - Damião se posicionou contra: “Não vai ter votos porque está lapidando e tirando muita coisa que prejudica o trabalhador brasileiro. Hoje eu voto contra porque precisamos de clareza. Se colocar as coisas dentro do ritmo, tem dinheiro sim para pode pagar a Previdência do povo brasileiro”, finalizou.


Frei Anastácio (PT)
O deputado Frei Anastácio (PT) é ligado às questões da terra e vem sempre destacando a sua preocupação com os trabalhadores rurais. “Se essa reforma for aprovada, o trabalhador rural dificilmente conseguirá se aposentar. A grande maioria morrerá e não alcançará o benefício. A mesma coisa acontecerá com os trabalhadores urbanos”, disse Frei Anastácio em encontro da Fetag contra reforma da Previdência.


Gervásio Maia (PSB)
O deputado Gervásio Maia (PSB) é um ferrenho opositor à reforma de Bolsonaro. Durante reunião do diretório nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), nesta segunda-feira (8), na qual o PSB fechou a questão contra a reforma, Gervásio declarou: "Nosso voto continua sendo não para a Reforma da previdência do governo Bolsonaro. Não podemos ser coniventes com uma reforma que retira direitos conquistados, que persegue a classe trabalhadora, que cria um abismo social imenso. Não podemos ser contra o povo!", ressaltou Gervásio Maia.

Saiba como pressionar deputados que querem tirar a sua aposentadoria

Para ajudar na luta contra reforma da Previdência de Bolsonaro, trabalhadores que querem se aposentar podem usar o “napressão" para pedir aos parlamentares que votem contra o fim da aposentadoria. Alguns parlamentares ainda podem mudar de opinião e votar contra esta reforma nefasta da Previdência de Bolsonaro. Para isto, vá até o site napressao.org.br e entre na campanha “Querem o fim da sua aposentadoria” e clique em pressionar.

 

Edição: Cida Alves