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 - Tudo está sendo articulado, em Brasília, para a votação, hoje, do projeto de reforma da Previdência na Câmara Federal e, ontem, o governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) teve uma prévia favorável quando, por 331 votos a 117, foi rejeitado requerimento de partidos de oposição propondo adiamento da decisão sobre a matéria. Partidos como PT, PSOL, PDT, PSB, PCdoB fecharam questão contra a reforma, mas há dissidências, como a da deputada pedetista Tábata Amaral, de São Paulo, ameaçada de expulsão pela cúpula caso mantenha a disposição de votar favoravelmente. O PSOL anunciou que representará judicialmente contra o governo, acusando-o de barganhar votos através da liberação de recursos provenientes de emendas parlamentares. Os oposicionistas acusam o Planalto de apelar para o “vale-tudo”. Independente disso, os governistas fazem contagem animadora do resultado da primeira votação, na Câmara.

São necessários 308 votos de um total de 513 para a aprovação do projeto de reforma da Previdência, que desagradou segmentos pontuais da sociedade, a exemplo dos policiais. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, do DEM-RJ, é tido como peça decisiva na aprovação e conduz as principais articulações de bastidores, tanto para manter o comparecimento da base governista aliada como para assegurar votos favoráveis que resultem numa vitória de Bolsonaro. A líder do governo no Congresso, Joice Hasselmann, do PSL, é tida como outra operadora ativa nesses momentos cruciais e, pessoalmente, demonstra confiança na aprovação, mercê dos contatos frequentes que tem mantido e das sucessivas reuniões de que tem participado. Ela advertiu, ontem, que haverá traições no bloco oposicionista que decidiu radicalizar contra a reforma.

Na Paraíba, o governador João Azevêdo (PSB) deixou claro, ontem, através do secretário de Comunicação Social, Luís Tôrres, que em nenhum momento afirmou ser desnecessária a reforma da Previdência Social. Mas confirmou que decidiu “lavar as mãos” depois que o relator da matéria, Samuel Moreira, do PSDB-SP, aparentemente cumprindo ordens ou seguindo orientação do Palácio do Planalto, excluiu Estados e municípios do projeto de reforma. João Azevêdo admitiu que os Estados dependiam da sua inclusão no texto para poder balizar as mudanças nos próprios sistemas previdenciários, mas reclamou que o governo federal agiu com casuísmo nessa questão, tirando proveito do receio de parlamentares de se queimarem com as bases regionais. O governador avalia que não restaram alternativas de compensação para os Estados no projeto da reforma da Previdência, o que caracterizaria uma retaliação de Bolsonaro, principalmente, contra gestores nordestinos que, como ele, apoiaram Fernando Haddad, do PT, na eleição presidencial de 2018 e defendem abertamente a liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por considerar que ele é vítima de injustiça em face das acusações que foram fatores determinantes para a condenação e prisão na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba há mais de um ano.

O monitoramento de votos por parte dos articuladores de Bolsonaro abrange parlamentares do PP, PL, DEM, PSL, PRB, PSDB, MDB, entre outras legendas de partidos satélites. O deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro, do PP, que é apontado pela mídia sulista como um dos expoentes do “Centrão” e é um dos líderes do esquema oficial, salientou que é bastante otimista sobre as possibilidades de aprovação, alegando que houve durante todo um período de seis meses, coincidindo com o início da gestão Bolsonaro, um trabalho de convencimento ou de persuasão de deputados e senadores, com o acolhimento de emendas, sugestões e alternativas a propostas em discussões. Ressalta que, no geral, o texto básico de interesse do Planalto não foi desfigurado, mas houve concessões em aspectos pontuais para aperfeiçoar a matéria e atender a reivindicações formuladas.

O governador paraibano João Azevêdo rechaçou a pecha de “radicalismo” diante da proposta do presidente Bolsonaro, mencionando como exemplo dessa assertiva o fato de ter participado de reuniões seguidas do Fórum de Governadores, em certa ocasião com o próprio presidente da República, para elencar as propostas de interesse do Nordeste. Se houve radicalismo, segundo ele deu a entender, foi por parte dos negociadores e interlocutores palacianos. Não obstante faça oposição declarada ao governo Bolsonaro, Azevêdo tem sido contemplado com benesses federais. Ainda nas últimas horas, ele havia acertado com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, para o dia 17 próximo, a celebração do termo que permitirá o início das obras do VLT na cidade de Campina Grande, uma promessa feita na campanha eleitoral do ano passado. A expectativa, na gestão socialista paraibana, é que passada a batalha da Previdência não haja retaliação contra os interesses do Estado.

Nonato Guedes, com agências