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O candidato à Presidência pelo PSDB, governador Geraldo Alckmin, nega irregularidades.

Congresso em Foco

A Justiça Eleitoral de São Paulo determinou o bloqueio de valores de R$ 11,3 milhões nas contas bancárias do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). A medida cautelar foi pedida pela Polícia Federal.

A decisão também atinge Marcos Monteiro, ex-tesoureiro do PSDB, e Sebastião Eduardo Alves de Castro, ex-assessor de Geraldo Alckmin. No caso de ambos, o bloqueio é de até R$ 9,3 milhões. Na mesma decisão também foi determinado o sequestro de bens imóveis do ex-governador e dos ex-assessores.

Segundo o juiz da 1ª Zona Eleitoral, Marco Antonio Martin Vargas, “os elementos de informação acostados autos conduzem à conclusão de que o sequestro dos bens móveis e imóveis dos representados se perfaz medida plausível e necessária a impedir a dilapidação patrimonial e assegurar a eventual reparação futura dos bens, bem como a efetividade de uma eventual e futura persecução criminal”.

Na semana passada a Justiça Eleitoral acatou a denúncia do Ministério Público contra o ex-governador de São Paulo por corrupção passiva, caixa dois e lavagem de dinheiro. Com isso, Alckmin se tornou réu no processo ao lado do então tesoureiro da sua campanha em 2014, Marcos Monteiro e o ex-assessor do governo, Sebastião Eduardo Alves de Castro.

O Ministério Público acusa o ex-governador de receber mais de R$ 11 milhões da Odebrecht durante as campanhas de 2010 e 2014 para o governo de São Paulo. Alckmin foi citado na delação de executivos do grupo.