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O Brasil celebrou na quarta-feira (25 de novembro) o Dia Nacional do Doador de Sangue. O tema integra o rol de prioridades da Vigilância Sanitária, que realiza inspeções nos serviços de sangue e aplica um roteiro que tem a finalidade de medir a qualidade dos serviços e aferir a necessária segurança do paciente, segundo observou a diretora-geral da Agevisa/PB, Jória Viana Guerreiro.

por se tratar de um mês que precede um período de estoques baixos nos bancos de sangue. A finalidade principal, conforme Jória Guerreiro, é agradecer às pessoas que doam sangue, seja de forma frequente ou por necessidade de algum familiar, amigo ou conhecido, mas há também o objetivo igualmente importante de sensibilizar a sociedade e estimular a doação de sangue em todo o País.

Segundo explicou a gerente-técnica de Inspeção e Controle de Sangue e Hemoderivados da Agevisa/PB, Vívian de Oliveira Lopes, a proximidade das férias, de datas comemorativas de fim de ano, do carnaval e de outros períodos de feriados prolongados torna Dia Nacional do Doador de Sangue especialmente importante para promover o ato solidário e regular da doação de sangue, independente da pessoa conhecer ou não pacientes que necessitem de transfusão.

Durante a semana do dia 25 de novembro, os serviços de hemoterapia de todo o País são estimulados a se mobilizar em campanhas locais para o fortalecimento da doação de sangue, cuja destinação beneficia pessoas com doenças hematológicas variadas, com câncer, àquelas que se submetem a cirurgias eletivas de grande porte e também os pacientes relacionados aos casos de emergência.

Regularidade necessária – Conforme Vívian Lopes, a doação regular de sangue é tão importante para a saúde coletiva que não deve ser suspensa em nenhuma hipótese, mesmo em épocas como a que vive a humanidade contemporânea, marcada pela pandemia ocasionada pelo coronavírus, que é o causador da Covid-19. “Exatamente em períodos como este, em que são registrados milhares de casos graves da Covid-19, com inúmeros óbitos provocados pelo coronavírus, os estoques de sangue devem ser mantidos e toda a rede deve permanecer abastecida para suprir a demanda cada vez mais crescente”, comentou.

A gerente-técnica da Agevisa acrescentou que, além dos infectados pela Covid-19, outras doenças graves continuam ocorrendo diariamente. “Por isso a doação de sangue passa a ser ainda mais necessária neste momento de pandemia, quando o consumo de sangue é diário e contínuo”, enfatizou. Questionada sobre se é seguro ou não doar sangue em tempos de pandemia, ela afirmou que a doação é sempre segura (em face dos cuidados permanentes com a qualidade do sangue) e que não há riscos para o doador.

Cuidados permanentes – Vívian Lopes explicou que Hemocentro e os Serviços de Hemoterapia paraibanos estão preparados e devidamente orientados para receber os doadores durante a pandemia. Nesses serviços, segundo ressaltou, a ordem é intensificar os procedimentos de higiene dos ambientes, dos instrumentos e das superfícies; oferecer condições para a higiene das pessoas, como locais para lavagem das mãos, dispensers para utilização de álcool líquido ou em gel a 70%, e delimitar espaços para evitar aglomerações e reduzir a exposição das pessoas a riscos.

Os candidatos à doação de sangue também são orientados a observar e respeitar os protocolos preventivos, lavando as mãos com água e sabão ou higienizando-as com álcool em gel, usando máscaras de proteção respiratória e mantendo distância das demais pessoas. E para aqueles que apresentem qualquer sintoma como febre, tosse, irritação ou dor de garganta, a orientação é que não compareçam aos Hemocentros ou aos Postos de Coleta, e que procurem os Serviços de Saúde a fim de receberem o tratamento adequado.

Quem pode doar – No Brasil, pessoas com idade entre 16 e 69 anos podem doar sangue. Para os menores de 18 anos é necessário o consentimento dos responsáveis. Quanto às pessoas que têm entre 60 e 69 anos de idade, estas só podem doar sangue se já o tiverem feito antes de completar 60 anos.

O candidato a doador de Sangue deve pesar, no mínimo, 50 quilos e estar em bom estado de saúde. Além disso, deve estar descansado, não ter ingerido bebidas alcoólicas nas doze horas anteriores à doação e não estar de jejum. No dia da doação, é imprescindível que ele apresente documento de identidade com foto.

São consideradas inaptas para a doação de sangue (por um período de trinta dias) as pessoas que apresentem sintomas respiratórios e febre e também aquelas que tiverem tido contato, há menos de trinta dias, com casos suspeitos ou confirmados de Covid-19.

Doar sangue não prejudica o doador – Conforme a gerente-técnica de Sangue e Hemoderivados da Agevisa/PB, a quantidade de sangue retirada do doador não afeta a sua saúde porque a recuperação é imediatamente após a doação. Segundo ela, uma pessoa adulta tem em média cinco litros de sangue, e numa doação são coletados no máximo 450 ml.

“É pouco para quem doa, mas é muito para quem precisa. E, antes de doar sangue, o candidato passa por uma entrevista que tem o objetivo de dar maior segurança para ele e para os pacientes que necessitam da transfusão. Por isso é importante ser sincero ao responder as perguntas”, enfatizou Vívian Lopes na edição desta quinta-feira (26) do informativo radiofônico Momento Agevisa (disponível em agevisa.pb.gov.br/servicos/audios), que vai ao ar dentro da programação do Jornal Estadual da Rádio Tabajara (AM-1110 e FM-105.5).

Ela explicou que todo sangue doado é separado em diferentes componentes (hemácias, plaquetas e plasma) e que, com isso, é possível beneficiar mais de um paciente com apenas uma unidade coletada. “Os componentes são distribuídos para os hospitais para atender aos casos de emergência e aos pacientes internados”, acrescentou.

Hemovigilância – Segundo Vívian Lopes, todo o ciclo do sangue é acompanhado por uma estrutura de hemovigilância que tem por objetivo obter e disponibilizar informações sobre os eventos adversos ocorridos nas suas diferentes etapas para prevenir seu aparecimento ou recorrência, melhorar a qualidade dos processos e produtos e aumentar a segurança do doador e do receptor. “A ampliação da hemovigilância a todas as etapas do ciclo do sangue se justifica pela importância que a ocorrência de não conformidades ou eventos adversos pode ter na qualidade do produto e na segurança do doador ou do receptor”, observou.

Assessoria

Paraíba.com.br