Pesquisa no Blog

Pesquisa no Google

 
bove=""

 

PADRE DJACY BRASILEIRO

NA LUTA CONSTANTE EM FAVOR

DA CLASSE MENOS FAVORECIDA 

Rádio Web

KM JUREMA

Org. Pauliano Tomaz

Art Regina, Art com Grafite

Comunicação Audiovisual -Tavares/PB.

 Fone: (83) 9 9869-8213. Hélio Mendes.

STAR FOTO E VÍDEO

 

By Fábio Arrud@&Silvan@

Praça Coronel José Pereira -04

Centro-Princesa Isabel - PB

CONTATO: 041 83 999463213

         FECEBOOK

Preso, Temer é alvo de dez investigações. Veja todas as acusações contra o ex-presidente

Preso, Temer é alvo de dez investigações. Veja todas as acusações contra o ex-presidente

Congresso em FocoSegundo ex-presidente da República preso por corrupção no...

STJ acolhe recurso e João de Deus será transferido para hospital de Goiânia

STJ acolhe recurso e João de Deus será transferido para hospital de Goiânia

João de Deus será transferido para o Instituto de Neurologia de Goiânia ou outro hospital...

Dono do Manaíra Shopping é preso na 3ª fase da ‘Operação Xeque-Mate’ em JP

Dono do Manaíra Shopping é preso na 3ª fase da ‘Operação Xeque-Mate’ em JP

A Polícia Federal na Paraíba e o GAECO/MP/PB, com o auxílio da Controladoria-Geral da...

FUNDAÇÃO LEMANN REALIZA PRIMEIRA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM PRINCESA ISABEL

FUNDAÇÃO LEMANN REALIZA PRIMEIRA FORMAÇÃO PEDAGÓGICA EM PRINCESA ISABEL

Representantes da Fundação Lemann desembarcaram em Princesa Isabel nesta...

Tabira: motoristas reclamam do trânsito e ameaçam protesto

Tabira: motoristas reclamam do trânsito e ameaçam protesto

Por Nill JúniorNada contra o disciplinamento do trânsito. Tudo contra o que...

 

O advogado Antônio Ricardo Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, enviou um requerimento, nesta segunda-feira (2), para a Polícia Federal (PF) de Santos, em São Paulo, pedindo que seja investigada a possibilidade de “sabotagem” no avião que caiu em agosto de 2014, durante as eleições gerais, matando o então candidato do PSB à Presidência e outras seis pessoas.
 
De acordo com Antônio Campos, após estudos e pareceres de peritos particulares que acompanham o caso, um fato “grave e relevante na investigação da causa do acidente” pode mudar o “curso da investigação”.
 
“O Speed Sensor da aeronave à toda evidência foi desligado, intencional ou não intencionalmente, sendo essa última hipótese de não intencional improvável, o que caracteriza que o avião foi preparado para cair, o que caracteriza sabotagem e homicídio culposo ou doloso”, diz no requerimento.
 
Com base na hipótese de sabotagem na aeronave que levava Eduardo Campos e outras seis pessoas durante a campanha presidencial de 2014, o advogado pede uma “rigorosa apuração no presente inquérito, com a devida responsabilização”. O irmão do ex-governador diz que vai notificar o Ministério Público Federal em Santos, ao Ministro da Justiça e a Procuradora-Geral de Justiça sobre o requerimento.
 
A família de Eduardo Campos contesta a versão apresentada pelo laudo feito pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) sobre o acidente. De acordo com a mãe de Eduardo, Ana Lucia Arraes de Alencar e Antônio Campos, irmão do político, o laudo que aponta a culpa do acidente a uma falha humana, é inconsistente.
 
O Relatório de Investigação do Controle do Espaço Aéreo (Ricea) teria demonstrado, segundo os familiares, certos equívocos na conclusão do Cenipa.
 

Erros

 
Uma sucessão de erros que incluíram a tentativa de buscar um “atalho” para abreviar a aterrissagem levou ao acidente com o avião Cessna C560 XLS+ que matou o ex-governador Eduardo Campos e mais seis pessoas em 13 de agosto de 2014, em Santos (SP), segundo o Cenipa. A investigação descartou falhas técnicas na aeronave, mas apontou problemas operacionais que podem ter contribuído.
 
De acordo com a investigação, a trajetória de aproximação da pista de Santos, feita pelo comandante Marcos Martins e o copiloto Geraldo Magela, não foi a indicada na carta de procedimentos, mesmo com o aviso de que o aeródromo operava por instrumentos. A orientação era para que passassem duas vezes sobre a pista antes de fazer a curva para o pouso, mas eles fizeram um caminho para chegar diretamente à pista dando inclusive informações falsas sobre os pontos em que estavam.
 
“O perfil do voo reduziria o tempo em até cinco minutos. O perfil não era aprovado nas regras para operar com instrumentos”, afirmou o tenente-coronel aviador Raul de Souza, que coordenou as investigações.
 
Após tentarem chegar diretamente à pista os pilotos não conseguiram pousar e decidiram arremeter. Este movimento também foi feito em desacordo com os procedimentos previstos. Eles deveriam arremeter antes de chegar à pista, mas há relato, tido como confiável, de que sobrevoaram o local em baixa altitude antes de desistir do pouso. Fonte: (O Globo/foto arquivo: Michel Filho)