Pesquisa no Blog

Pesquisa no Google

 
bove=""

 

PADRE DJACY BRASILEIRO

NA LUTA CONSTANTE EM FAVOR

DA CLASSE MENOS FAVORECIDA 

Rádio Web

KM JUREMA CLIQUE NA IMAGEM ABAIXO E OUÇA A RÁDIO AO VIVO

Art Regina, Art com grafite

Comunicação Audiovisual -Tavares/PB.

 Fone: (83) 9 9869-8213. Hélio Mendes.

STAR FOTO E VÍDEO

 

By Fábio Arrud@&Silvan@

Praça Coronel José Pereira -04

Centro-Princesa Isabel - PB

CONTATO: 041 83 999463213

         FECEBOOK

Ladrões assaltam mercadinho em menos de 1 minuto e fogem com sacolas de dinheiro, no Sertão da PB

Ladrões assaltam mercadinho em menos de 1 minuto e fogem com sacolas de dinheiro, no Sertão da PB

Poucas horas após um assalto ser praticado a um mercadinho no bairro Nova Vida...

Homem é atingido por raio e sobrevive no Paraná

Homem é atingido por raio e sobrevive no Paraná

Um homem de 23 anos foi atingido por um raio quando se preparava para terminar uma...

Advogado natural do Vale do Piancó morre vítima de acidente de moto

Advogado natural do Vale do Piancó morre vítima de acidente de moto

O advogado Antônio Cláudio Carvalho Teotônio, conhecido por Cacau, de 47 anos,...

Chuvas nesse domingo (13/01) em Piancó causa prejuízos a empresas e torres de energia vem ao chão no Mirante de Santo Antonio

Chuvas nesse domingo (13/01) em Piancó causa prejuízos a empresas e torres de energia vem ao chão no Mirante de Santo Antonio

Várias empresas tiveram prejuízos diante da forte chuva que caiu sobre a cidade de Piancó...

MP pede mais de 1.500 anos de prisão para prefeito de Bayeux, PB, em nova denúncia à Justiça

MP pede mais de 1.500 anos de prisão para prefeito de Bayeux, PB, em nova denúncia à Justiça

Movimentação na Prefeitura de Bayeux antes de Berg Lima reassumir o cargo — Foto:...

Acesse o Site da Prefeitura de Água Branca, governo que trabalha com transparência

 

operacao-interdita-abatedouros-clandestinos-no-sertao-da-paraiba

Estabelecimentos atuavam de forma clandestina (Foto: Divulgação)

Dois abatedouros clandestinos foram interditados na manhã deste sábado (5), no município de São João do Rio do Peixe, no Sertão paraibano, durante operação realizada pelo Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Ministério do Público do Trabalho (MPT), com o apoio da Polícia Federal (PF) e Polícia Militar de Sousa. Durante a inspeção, os agentes constataram irregularidades como falta de higiene e de inspeção pelos órgãos competentes, instalações e equipamentos precários, operários sem uniformes, além de condições inadequadas de trabalho.

A operação foi resultado de uma denúncia feita ao Ministério da Agricultura. Os dois estabelecimentos atuavam no abate de bovinos, suínos, ovinos, caprinos e frangos, e funcionavam, irregularmente, na zona rural da cidade. De acordo com o auditor fiscal federal agropecuário, Vandberg Barbosa Braz, o mau cheiro nos locais e os riscos à saúde pública foram os motivos para a população denunciar. “Os riscos à saúde pública são elevados e vão desde infecções ou intoxicações alimentares até zoonoses, como brucelose e tuberculose”, destacou.

Ele explicou que foram identificados nos locais problemas higiênico-sanitários, entre eles, falta de inspeção sanitária por inspetor veterinário dos animais abatidos, instalações e equipamentos precários, com péssimo estado de higiene, operários sem uniformes e práticas de higiene. “Animais abatidos sem técnicas humanitárias de abate, onde se usava machado para abater os animais, prática há muito já condenada. Além disso, as carcaças e vísceras comestíveis como fígado, coração e buchos, tinham contato com superfícies contaminadas, não sendo submetidas a resfriamento, e conduzidas a diversos açougues e supermercados do município”, relatou o auditor.

operacao-interdita-abatedouros-clandestinos-no-sertao-da-paraiba

Estabelecimentos atuavam de forma clandestina (Fotos: Divulgação)

Transporte em carrocerias de veículos

Durante a operação, foi observado que o transporte dos produtos aos estabelecimentos de comércio era feito no interior de carrocerias de veículos, cobertos por lonas. Isso, conforme o auditor Vandberg Barbosa Braz, complementava a cadeia anti-higiênica de produção.

Tudo isso, sem contar que os efluentes e resíduos do abate eram destinados a um córrego em um dos abatedouros e, no outro, na superfície do terreno, sem qualquer tratamento prévio. Havia, inclusive, urubus e inúmeras ossadas num dos abatedouros. “Quanto à questão trabalhista, os operários não eram regularizados e trabalhavam em condições precárias”, completou. Um dos abatedouros funcionava no Sítio Vera Cruz, de propriedade de Francisco Gutemberg Moreira da Costa, conhecido por Gugu. O outro era de propriedade de Ubiratan Estrela Rocha, no Sítio Olho d Água, às margens da Rodovia PB-393.

Além do auditor, participaram da operação a agente de inspeção, Bernadete Pereira de Sousa; do Ministério Público do Trabalho, o perito em Segurança do Trabalho, Juliano Sitônio.

 

  • Lucilene Meireles (Jornal Correio da Paraíba)