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Os cinco homens, três dos quais residentes em Santana de Mangueira, e os outros dois moradores de Itaporanga, que foram detidos no começo da noite dessa quarta-feira, 1º, em uma residência localizada no bairro Bela Vista, terminaram autuados em flagrante por posse ilegal de armas de uso permitido e restrito e recolhidos à cadeia pública local nessa quinta-feira, 2, mas todos demonstram profundo inconformismo com a prisão por terem sidos autuados pela posse de três espingardas de caça e explosivos de pedreira, quando, na verdade, conforme eles, todo o material apreendido pertence ao dono da residência, onde os ilícitos foram encontrados, mas o proprietário da casa conseguiu deixar o local depois da chegada da polícia.
 
A residência pertence ao senhor Cícero Sabino de Sousa, conhecido como Cícero de Paizim, que há muito tempo trabalha na extração de pedras para a construção civil e utiliza explosivos para quebrar as rochas. Os cinco homens estavam de passagem pela casa por motivos diferentes.
 
Os três moradores de Santana de Mangueira, o pedreiro Damião Pereira da Silva, o agricultor Luiz Nicolau dos Santos e o motorista Vilomar Serafim Ricarte, procuraram a residência para negociar a compra de uma espingarda de cartucho, conforme eles próprios.
 
Um deles estava interessado na arma, enquanto o outro apenas acompanhava o amigo e o terceiro era o condutor do carro, um Fiat Uno.
 
Dois moradores de Itaporanga, o mecânico Venício Ferreira Prudêncio e o pedreiro Edneiro Nogueira, conhecido como Nerinho, também estavam na casa: um deles foi quem ajudou os três santanenses a chegarem até a residência e o outro já estava na casa tratando de assuntos particulares com o proprietário, que se encontrava na residência na companhia de sua esposa.
 
Foi neste momento que chegaram à residência policiais militares, acionados por uma denúncia anônima dando conta da presença de estranhos na casa.
 
Depois de surpreenderem os visitantes e moradores, os policiais vistoriaram a casa e encontraram o material explosivo e algumas peças de trabalho e três espingardas de cartucho, além de farta munição.
 
A esposa do proprietário não foi detida, enquanto ele conseguiu deixar o local sem ser visto, mas os cinco visitantes terminaram conduzidos à delegacia e autuados pelo delegado local.
 
Todos estão revoltados com a prisão e argumentam que não podem ser responsabilizados por produtos ilícitos que não lhes pertencem e foram encontrados dentro da casa de outra pessoa. Eles estão se sentido injustiçado, o que demonstraram durante a prisão e o depoimento ao delegado.
 
A informação é que eles são primários, trabalham e têm residência fixa. Por essa razão e em virtude dos delitos pelos quais foram autuados serem passíveis de fiança judicial, é provável que sejam soltos nos próximos dias para responderem ao processo em liberdade, mas, antes, devem passar por audiência de custódia.
 
Quanto ao proprietário da residência, onde foi encontrado o material ilícito, a informação da delegacia é que ele deverá se apresentar à polícia na próxima semana para esclarecer o fato.
 
Fonte Folha do Vali