Governo federal cogita zerar ICMS de diesel e gás para aliviar preço final

Foto: AscomBRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) em avaliação no governo Jair Bolsonaro (PL) para combater a alta no preço dos combustíveis deve prever um repasse de cerca de R$ 20 bilhões da União para os estados em troca de eles zerarem as alíquotas do ICMS sobre diesel e gás de cozinha, segundo fontes do governo ouvidas pela reportagem.

A proposta é uma das opções que estão na mesa para ser acionada na tentativa de baixar os preços nas bombas no ano em que Bolsonaro busca a reeleição, e passou a ser estudada em meio à pressão de aliados por uma alternativa para conter os valores. Também é uma alternativa ao decreto de calamidade pública, medida mais drástica e que enfrenta maior resistência de técnicos por poder abrir a porteira para gastos irrestritos.

A desoneração do tributo estadual valeria até o fim deste ano, assim como já ocorreu no caso de PIS e Cofins -que são contribuições federais. A transferência de recursos para os estados se daria fora do teto de gastos, regra que impede o crescimento das despesas acima da inflação.

Para financiar o repasse aos estados, a estratégia do governo é usar os dividendos pagos pela Petrobras à União -o que alimentaria o discurso político do presidente de que os recursos da companhia estão sendo devolvidos à população.

Os lucros recordes no ano passado e no primeiro trimestre de 2022 já asseguram cerca de R$ 25 bilhões em dividendos ao Tesouro em 2022, e o valor pode ficar ainda maior com mais recursos chegando nos próximos meses.

A desoneração do ICMS -o que inclui a PEC em estudo e o projeto já aprovado na Câmara com um teto de 17% a 18% para o imposto estadual sobre itens como combustíveis e energia- é definida por integrantes do governo como um “tiro de canhão”.

A medida permitiria um alívio no preço do diesel e do gás de cozinha no momento em que Bolsonaro segue em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto, atrás do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Uma ideia preliminar do que pode ser o impacto na bomba decorrente das alíquotas cortadas a zero é o próprio cálculo feito pelos estados quando houve a regulamentação da lei que determinou a mudança na cobrança do tributo estadual. Usando essa estimativa, a redução poderia ficar entre R$ 0,50 e R$ 1 no litro do diesel, a depender do estado. Em São Paulo, a redução seria próxima a R$ 0,66.

Por outro lado, há também o reconhecimento de que o efeito imediato da redução de preços pode ser depois anulado por eventuais reajustes anunciados pela Petrobras.

Segundo fontes ouvidas pela reportagem, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), apoia a ideia de uso de dividendos da Petrobras para financiar alguma medida que resulte na redução dos preços.

O governo, por sua vez, vê em Lira o apoio necessário para seguir adiante com a PEC, apesar de o calendário apertado jogar contra as chances de aprovação. Esse tipo de proposta tem tramitação mais demorada e requer apoio de 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores.

Por isso, as discussões ainda estão em andamento e não há decisão final sobre qual medida será adotada de fato. O pagamento de um vale aos caminhoneiros também segue no cardápio de opções.

Na ala econômica, há resistências à PEC, mas a avaliação é que, diante da pressão crescente, o ministro Paulo Guedes (Economia) pode acabar adotando o pragmatismo e abraçar a proposta, dado que ela é considerada a “menos pior” entre as que estão sendo cogitadas. Ao contrário da calamidade, a PEC pode estipular em seu texto um limite para o gasto extrateto, dando alguma previsibilidade.

Além disso, uma mudança na Constituição é considerada a via mais segura para assegurar a transferência fora do teto de gastos sem abrir margem a questionamentos e sem esbarrar em restrições da lei eleitoral. Apesar disso, a questão jurídica ainda está em análise pelo governo.

Os cálculos do repasse aos estados ainda estão sendo fechados pela equipe econômica, mas o valor pode ficar entre R$ 20 bilhões e R$ 22 bilhões para zerar a alíquota.

A cifra corresponde ao que seria a arrecadação dos estados com a alíquota de 17% a 18% (teto previsto no projeto que já tramita no Congresso) de ICMS sobre diesel e gás. Os estados, que hoje cobram alíquotas de 12% a 25% sobre o diesel, têm resistido à proposta e negociam mudanças.

Na área econômica, técnicos continuam contrários e tentam reduzir a fatura.

A possibilidade de o governo apostar em uma PEC para abrir caminho a medidas de combate à alta no preço dos combustíveis foi antecipada pelo jornal Folha de S.Paulo.

Já a opção do decreto de calamidade pública acabou perdendo força em meio à repercussão ruim das negociações. No entanto, o presidente ainda não desistiu de buscar uma solução para o tema da inflação -que preocupa sua equipe de campanha e é visto como o principal obstáculo à reeleição.

A principal referência para a discussão é o dispositivo da antiga PEC emergencial, convertida em emenda constitucional em março de 2021 e que permitiu a prorrogação do auxílio a vulneráveis.

O governo, que não havia assegurado recursos para a Covid-19 no Orçamento em 2021, optou por uma PEC para autorizar novos gastos extrateto. O texto permitiu a recriação do auxílio emergencial e estabeleceu um limite de R$ 44 bilhões para a medida.

A discussão ocorre no momento em que Guedes está sob pressão para oferecer uma saída. Segundo políticos próximos ao presidente, se não houver uma solução para os combustíveis, pode haver nova ofensiva para retirá-lo do cargo. Há a leitura de que a letargia na Economia poderia comprometer o projeto de reeleição de Bolsonaro.

Nova edição do Datafolha mostrou ampliação da vantagem de Lula em relação a Bolsonaro na pesquisa de intenção de voto. O petista aparece com 48% no primeiro turno, ante 27% do presidente.

O calendário tem sido um adversário das intenções do Planalto de tirar do papel alguma medida que contenha o preço dos combustíveis. Mesmo a troca no comando da Petrobras ainda não foi efetivada e deve demorar a sair.

A assembleia de acionistas só é realizada 30 dias após a convocação, que, por sua vez, depende do envio das indicações do governo ao conselho de administração.

No Congresso, aliados governistas são taxativos ao dizer que o governo precisa tomar alguma atitude para não deixar a conta do aumento dos combustíveis e também de tarifas de energia recair sobre o bolso dos mais pobres.

Nos últimos dias, lideranças aliadas já têm defendido nova mudança no teto de gastos.
*
PERGUNTAS E RESPOSTAS
QUAL É O IMPASSE EM TORNO DOS COMBUSTÍVEIS?
Integrantes do governo e aliados no Congresso defendem um subsídio dos cofres públicos para arrefecer os valores de combustíveis. Mas não há espaço no teto de gastos -regra que impede o crescimento das despesas federais acima da inflação.

POR QUE COMEÇOU A SER DISCUTIDO UM DECRETO DE CALAMIDADE?
Nesse caso, a União é autorizada a adotar um regime fiscal extraordinário, com mais flexibilidade para gastar. Mas, ao mesmo tempo, passam a valer algumas restrições, como vedação a reajustes em salários de servidores federais (contrapartidas adicionadas à Constituição em 2021). Além disso, a medida é temida pela Economia por representar um cheque em branco para gastos.

POR QUE AGORA É DISCUTIDA UMA PEC?
Com os problemas vistos em uma saída via decreto de calamidade, uma PEC (proposta de emenda à Constituição) passou a ser cogitada. Nesse caso, governo e Congresso teriam a vantagem de a solução se sobrepor à Lei Eleitoral ou à Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, a PEC dá a chance de a liberação do gasto ser circunscrita a um escopo específico (em vez de liberar gastos irrestritos).

QUAL O RITO DE UMA PEC?
Governo ou Congresso podem propor uma PEC. É discutida e votada em dois turnos em cada Casa do Congresso e é aprovada caso tenha três quintos dos votos dos deputados (308) e dos senadores (49).

Corpos das vítimas de triplo homicídio são sepultados sob forte comoção em São Bento/PB

Nesta sexta-feira (03), os corpos das vítimas do triplo homicídio foram sepultados em São Bento, no sertão da Paraíba. O caso repercutiu nas redes sociais e gerou uma grande comoção na cidade e no estado da Paraíba.

O crime aconteceu entre familiares na manhã de ontem (2), quando homem identificado por “Miquim” atirou contra o sogro, a sogra e a companheira.

O casal morreu ainda no local, devido à gravidade dos ferimentos.

A mulher do suspeito ficou ferida e foi socorrida até o hospital local após ter sido atingida com um tiro na boca. Ela não resistiu aos ferimentos e morreu em um hospital da cidade.

A polícia realizou buscas e conseguiu prender “Miquim”. O material apreendido junto ao suspeito segue a disposição da justiça.

Via Blog do Márcio Rangel

UFPB cria dispositivo com microchip que detecta furto de energia elétrica, o chamado ‘gato’

energia_Agência Brasil

A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) obteve, no mês de maio, a patente de um dispositivo desenvolvido por um grupo de pesquisadores do Departamento de Engenharia Elétrica do Centro de Energias Alternativas e Renováveis (CEAR).

O cabo de energia elétrica instrumentado é uma tecnologia que permite a detecção de desvio fraudulento de energia elétrica, conhecido popularmente como ‘gato’. A transferência da tecnologia pode ser realizada para empresas ou fabricantes de cabos elétricos.

O cabo foi desenvolvido pelos professores da UFPB: Cleonilson Protásio de Souza, Fabrício Braga Soares de Carvalho e Yuri Percy Molina Rodriguez. No que se refere ao contexto da invenção e à sua importância, conforme o Prof. Protásio, a ideia surgiu da necessidade de detecção de derivação fraudulenta de energia.

“No Brasil, temos estatísticas que mostram que 15% da energia gerada não é faturada, ou seja, não gera dinheiro para a concessionária de energia. Uma parte dessa energia chamamos de ‘perda técnica’, uma perda natural inerente ao sistema, outra parte é realmente roubo e esta corresponde a 8%. Então, muito dinheiro é desviado por derivação fraudulenta”, explicou.

A ideia, de acordo com o professor, é que o cabo instrumentado contenha um microchip que detecte a derivação por mudanças da corrente elétrica, identificando as ligações elétricas clandestinas.

“Um cabo de energia elétrica tem um condutor interno [os fios de cobre] e um isolante externo [a parte flexível do cabo, semelhante a plástico]. Assim, foi idealizada a colocação de rádio transmissores ao longo do isolante, sem contato nenhum com o condutor que se auto alimenta pela indução magnética da corrente que passa no condutor e também mede a corrente, pois contém sensores de corrente integrados”, detalhou.

De acordo com o Prof. Protásio, os chips conseguem se comunicar via radiofrequência. Então, se o cabo tem um chip a cada 10 metros, por exemplo, e um desses chips apresenta valor de corrente elétrica diferente de outros, é provável que ali haja um ‘gato’.

Ainda segundo o Prof. Protásio, por se tratar de um desvio clandestino, a detecção de ‘gatos’ ainda é um desafio para as concessionárias, sendo de fundamental importância um dispositivo que identifique as fraudes no sistema elétrico.

“Há em muitos consumidores de porte pequeno, médio ou até de grande porte possibilidade de haver desvios fraudulentos. A energia chega nesses consumidores via cabo elétrico no qual, em algum ponto [logicamente escondido], o indivíduo faz o contato e desvia a energia. É um desafio para a concessionária detectá-lo, e quanto mais escondido, mais eficiente é o gato. Por isso, o mundo inteiro vai atrás de dispositivos que auxiliem a detecção”, esclareceu o Prof. Protásio.

Junto à Agência UFPB de Inovação Tecnológica (Inova), os idealizadores obtiveram a patente. O objetivo é que a invenção se torne um produto disponível às empresas e fabricantes de cabos elétricos. A expectativa é que os cabos instrumentados sejam disponibilizados para essa finalidade ou até mesmo pensados para outras demandas.

Ainda segundo o professor, a invenção é inovadora e não há nada a esse respeito desenvolvido até então. “Outras patentes partem do mesmo princípio. O que existe e também é ideia nossa é colocar sensores fora do isolamento, de forma visível. Então, não tem igual ao nosso, no mundo. A gente coloca o microsensor, um chip dentro do isolamento. Então este é o grande diferencial”, pontuou o Prof. Protásio.

Ascom/UFPB

Grupo armado invade cooperativa de crédito e rouba arma de segurança em Campina Grande

Espaço com janelas de vidro e porta de vidro quebrada no chão — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Cinco homens armados invadiram uma cooperativa de crédito localizada no bairro da Prata, em Campina Grande, nesta sexta-feira (3). Apenas a arma e o colete balístico do segurança do local foram roubados.

Segundo a Polícia Militar, para entrar na agência, os suspeitos quebraram as portas de vidro do local usando uma marreta.

Depois do roubo, o grupo fugiu em um carro de cor chumbo. Até a publicação desta matéria, nenhuma pessoa foi presa.

g1 PB

Polícia Civil prende mais um investigado por homicídio cometido no Sertão da Paraíba

Uma investigação da Polícia Civil da Paraíba resultou na prisão de mais um foragido da justiça, suspeito de cometer um assassinato no município de Sousa/PB. A prisão foi realizada nessa quarta-feira, 18 de maio, pelo Grupo Tático Especial (GTE) sediado na 19ª Delegacia Seccional, com o apoio de policiais civis da cidade de Luís Gomes, no Rio Grande do Norte.

O crime foi cometido no ano de 2006. Desde então, o suspeito fugiu e passou a se apresentar com identidade falsa. A Polícia Civil da Paraíba descobriu que ele estava morando no estado vizinho e entrou em contato com a Polícia Civil potiguar.

Abordado por policiais das duas corporações, o investigado apresentou um documento falso, mas foi preso e encaminhado à delegacia. “Além de cumprirem o mandado de prisão expedido pela Comarca de Sousa/PB, onde ocorreu o homicídio, ele também foi autuado em flagrante por falsidade ideológica”, disse a delegada seccional Alba Tânia.

O até então foragido é natural de Piancó e tem 44 anos de idade. Ele foi encaminhado à Colônia Penal de Sousa/PB, onde permanece à disposição da justiça.

Polícia Civil PB

Covid-19: publicada lei que autoriza doação de vacinas a outros países

O Congresso Nacional autorizou o governo a doar imunizantes contra a covid-19 a outros países afetados pela pandemia, em caráter de cooperação humanitária. Essa possibilidade está prevista na Lei 14.343, publicada no Diário Oficial da União de hoje (20).

De acordo com a nova lei, caberá ao Ministério da Saúde intermediar as doações, bem como definir quantitativos e destinatários dos imunizantes doados, desde que “ouvido o Ministério das Relações Exteriores”.

As despesas que decorrerem do transporte dos imunizantes doados ficarão a cargo do país destinatário da doação ou à conta de dotações orçamentárias do governo federal ou de outros colaboradores.

Ainda segundo a nova legislação, a doação dependerá da manifestação de interesse e da anuência de recebimento do imunizante pelo país beneficiado.

Agência Brasil

Tavares: Nasce mais um bebê no Hospital Municipal José Leite da Silva

Pode ser uma imagem de pessoa, bebê e área interna

Na tarde desta quinta-feira (19), no Hospital Municipal José Leite da Silva, em Tavares (PB) que atende 24 horas todos os dias a população Tavarense, o médico plantonista Dr. Diomar Pegado, acompanhado pela equipe composta pelas enfermeiras Pâmera e Isabel, e o técnico em enfermagem Francisco, realizou o nascimento de mais uma bebê do sexo feminino que nasceu às 15h41, de parto normal, com 3kg e 52 centímetros.

A mãe da recém-nascida, Kelle Pereira de Lima, tem 33 anos e reside no Povoado Jurema, na zona rural.

Parabéns a mamãe Kelle, desejamos a vocês muita saúde e felicidades, recebam o carinho de toda a equipe da saúde.

Ascom PMT – por Marta Alves

Côco de Odálio, do Republicanos, é eleito prefeito de Tavares

Côco de Odálio, do Republicanos, foi eleito, neste domingo (15), prefeito de Tavares (PB) para os próximos quatro anos. Ao fim da apuração, Côco de Odálio teve 69,61% dos votos. Foram 5.845 votos no total.

O candidato derrotou Luiz Pereira, que ficou em segundo lugar com 30,39% (2.552 votos).

A eleição em Tavares teve 19,38% de abstenção, 1,75% votos brancos e 5,02% votos nulos.

Côco de Odálio tem 47.0 anos, é casado, tem ensino fundamental incompleto e declara ao TSE a ocupação de empresário. Ele tem um patrimônio declarado de R$ 754.500,00.

O vice é Edvaldo Pereira da Silva, do Cidadania, que tem 47.0 anos.

Os dois fazem parte da coligação Juntos Pelo Trabalho, formada pelos partidos REPUBLICANOS, AVANTE, PTB e CIDADANIA.

Veja o resultado após o fim da apuração:
Côco de Odálio – REPUBLICANOS – 69,61%
Luiz Pereira – MDB – 30,39%

* Esta reportagem foi produzida de modo automático com o apoio de um sistema de inteligência artificial e foi revisada por um jornalista do G1 antes de ser publicada. Se houver novas informações relevantes, a reportagem pode ser atualizada. Saiba mais sobre o sistema de inteligência artificial usado pelo G1 em g1.com.br/eleicoes

Proprietária de loja de móveis de Tabira é assassina na noite desta segunda-feira (15)

A comerciante Glaucia Ricarte Nunes de Melo (em destaque na foto), có-proprietária da LB Móveis Eletro, em Tabira – PE, foi morta na noite desta segunda-feira (15). A primeira possibilidade ventilada é de assalto, porém nenhuma possibilidade é descartada pela polícia.

O crime aconteceu na chácara da família, na PE que dá acesso ao município de Solidão.

Glaucia era esposa de Gilberto Melo. Juntos eram proprietários da loja de móveis no centro da Cidade das Tradições na Avenida Raul Pereira Amorim.

Com origem em Água Branca, e Juru, respectivamente, a família que tem negócios há anos em Tabira. Tinham dois filhos.

O corpo deu entrada no Hospital Regional Emília Câmara. Ela já deu entrada sem vida.

Não se sabe ainda a dinâmica do crime e quantas pessoas participaram da ação. Informações preliminares dão conta de que os criminosos abordaram a chácara e teria havido resistência ao crime. Glaucia teria sido baleada na cabeça. A Polícia fez diligências com o intuito de localizar o (os) suspeito (os).

Com informações do Blog do companheiro Nil Júnior

Bolsonaro critica STF e diz que não existe intervenção militar no Brasil

O presidente Jair Bolsonaro criticou o inquérito que investiga as fake news contra o Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou um “foco de atrito” com aquele Poder. Ele criticou o fato de o STF ser o réu, o investigador e o juiz e o fato de as investigações terem ocorrido em endereços de pessoas ligadas a ele. “Isso não soa muito bem no Estado Democrático de Direito”, avaliou o presidente em entrevista à BandNews nesta segunda-feira (15).

Ele negou que tenha provocado a Suprema Corte e disse que “não existe intervenção militar”, minimizando bandeiras com esse teor em manifestações em defesa de seu governo. Bolsonaro também negou que queira medir forças com outro Poder, mas criticou o impedimento da nomeação de Alexandre Ramagem para a Polícia Federal. “Foi uma brutal interferência do Supremo Tribunal Federal na escolha do diretor-geral da Polícia Federal. Acho até que estou sendo paciente demais”, disse ele.

Leia mais no Congresso em Foco